foi ontem a entrega de prémios do concurso da fnac de viseu Viseu Patrimonium'09 no qual consegui o primeiro lugar. O que me deu direito a uma máquina sony a700k (alguém interessado?) e a uma exposição individual na fnac até dia 8 de maio. convido a todos os que tiverem oportunidade a visitá-la, e espero não vos desiludir.
(e mais uma vez, o meu blogue, breve teia, onde podem ver o cartaz)
sinopse
Viseu constrói-se em torno de duas variáveis incontornáveis: o seu passado histórico, reflectido pelos monumentos e locais mais emblemáticos da cidade como a Catedral da Sé ou a Cava do Viriato; e a azáfama semanal de qualquer cidade contemporânea, o movimento e a indústria ainda que a despertar são quase caóticos e os prédios distribuem-se em silhuetas estandardizadas e repetidas.
No entanto, Viseu, como cidade única, tem ainda mais um ponto a acrescentar: Viseu é a cidade-jardim, mesmo no coração produzido da cidade rasgam árvores imponentes que lhe restituem um carácter único e belo.
É considerando cada um destes pontos que surge o portfolio raízes constantes. Raízes pela história que construiu Viseu, existem mãos longas enraizadas no passado cuja flor é a cidade que hoje temos. Raízes pelas árvores que a habitam. Raízes pelas ramificações que sustentam os prédios e a contemporaneidade. Constantes pela estranha certeza de que Viseu nasceu para existir sempre, nem o passado quebrará, nem os prédios ruirão e às árvores o inverno leva apenas as folhas: nunca as raízes.
raízes constantes é um olhar sobre uma cidade entre um crescimento inevitavelmente despersonalizado, mas que encontra a sua identidade na constância da natureza em si e um passado vincadamente presente.











fiz um pequeno tributo aos portugueses que sigo neste espaço, e claro que estás presente, aqui: [link]
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I'll tell you this...
No eternal reward will forgive us now for wasting the dawn...
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'and after all you're my wonderwall'
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